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Movimento Jovem pela Democracia

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GRUPO INTERNACIONAL DE TRABALHO

O Grupo de Trabalho é composto de seis jovens líderes em democracia - membros do Movimento Mundial pela Democracia que estão envolvidos com a fundação do Movimento Jovem. O grupo de trabalho atualmente opera como conselho consultivo e comitê de direcionamento do MJD. Na primeira assembléia global do Movimento Jovem pela Democracia, os membros irão nomear e votar nos novos membros do comitê e desenvolver a democratização da tomada de decisões dentro do movimento.

JO JO (Índia) Nascido em uma cidade próxima a fronteira da Birmânia (agora chamado "Mianmá" através de uma mudança polémica pela junta militar), Jo Jo sempre teve fortes laços com a Birmânia e com a "luta" dos Birmaneses. Tem sido um ativo partidário de um movimento de estudantes birmânicos que incita o regime militar a restabelecer a democracia e honrar os resultados das eleições de 1990, em que se acredita que o partido da Liga Nacional pela Democracia, do Nobre Laureado Aung San Suu Kuu Kyi, tenha vencido legitimamente. Jo Jo participou da terceira Assembléia Geral da WMD em Durban, na África do Sul, em fevereiro de 2004, e tem tido contato permanente com a fundação norte-americana, o National Endowment for Democracy, uma das principais agências financiadoras da construção da democracia na Birmânia. Atualmente, trabalha no Burma Project/OSI (Projeto Birmânia OSI).

HERBERT BOH (Camarões) é jornalista com mais de 20 anos de experiência em mídia impressa e televisiva. Trabalhou para o United Nations Regional Centre for Peace and Disarmament in Africa in Lome, Togo, onde ajudou profissionais da comunicação a sustentar a liberdade de imprensa em situações de conflito armado. Busca promover a liberdade de expressão, a ética profissional e a promulgação de informações neutras pela mídia Africana, especialmente em televisões e rádios públicas. Como parceiro do National Endowment for Democracy, Boh desenvolveu estratégias para fornecer acesso a informações sobre direitos humanos e democracia na África, especialmente através do estabelecimento de uma rede de notícias online e fez apresentações sobre maneiras práticas pelas quais os africanos podem reformar o setor das comunicações para fornecer informações confiáveis sobre direitos humanos, contabilidade e boas práticas de governo na África. Boh trabalha hoje como secretário de comunicações para o Banco Mundial e continua a promover a democracia na África através de seu envolvimento com o Movimento Jovem pela Democracia.

TAPERA KAPUYA (Zimbábue), 25, é fortemente envolvido com a luta pela democracia no Zimbábue. Nascido em 28 de março de 1980, tornou-se líder estudantil na Universidade do Zimbábue em 2000, mas foi expulso da Universidade por suas atividades políticas em 2001. Atualmente está envolvido com o estabelecimento de um Centro Juvenil de Recursos para Democracia em Harare, Capital do Zimbábue, que espera tornar-se um capítulo local do MJD. Está terminando seus estudos em direito na Universidade de KwaZulu Natal em Durban, África do Sul, e trabalha como Representante Regional para África da União Internacional dos Estudantes.

ANDREY YUROV (Rússia), participante de movimentos juvenis informais desde 1983, começou seu ativismo pelos direitos humanos em 1987, quando juntou-se a Free Union of Literary Workers and Journalists. Desde então, é muito ativo no movimento pelos direitos humanos e pela democracia na Rússia já que é presidente da Confederação Russa de Sindicatos, coordenador da abertura do Public Consulting Service on Human Rights and Civic Center Open Society, coordenador de programas educacionais pela Universidade Livre e fundador e líder do Movimento Juvenil pelos Direitos Humanos. Em 2001 foi eleito membro do Conselho Consultivo do CoE Youth Sector and Monitoring Group of the Youth Program on Human Rights Education, e é membro do the Trainers Pool of CoE Youth Sector. Autor de muitos artigos e palestras sobre o desenvolvimento do setor não-governamental e de movimentos de direitos humanos na Rússia, também trabalha no campo da literatura, tendo escrito poemas, prosas, peças e teses.

CRISTINA MIRANDA COSTA (Brasil), também conhecida como "Kika" é advogada e facilitadora. Foi a principal organizadora da Segunda Assembléia do Movimento Mundial pela Democracia, realizado em Novembro de 2000 no Brasil. Ela tem uma longa história de envolvimento com jovens e ONGs. Fez intercâmbio pelo programa do Rotary Internacional na Dinamarca, foi consultora do Instituto Pro-Ação em São Paulo, e trabalhou no centro de detenção juvenil do Estado de São Paulo, a FEBEM. Recentemente Kika prestou consultoria a diversas empresas e instituições governamentais brasileiras no desenvolvimento de seus programas de responsabilidade social, investimento social e treinamento de lideranças.

RYOTA JONEN (Japão) é ex-membro oficial do Grupo de Trabalho. Participou do Movimento Mundial pela Democracia desde Fevereiro de 2000. Como Gerente Assistente de Programas do Secretariado do Movimento Mundial, o National Endowment for Democracy, desenvolveu redes e facilitou discussões sobre assuntos de democracia entre ativistas na África, Ásia e Oriente Médio. Antes de entrar no Movimento Mundial, ajudou diversos grupos de base a organizar conferências e planejar programas educacionais sobre direitos humanos. Está envolvido com várias atividades pacifistas internacionais, incluindo Hague Appeal for Peace and the International Peace Bureau, para que organizou uma conferência de educação pacifista em Genebra. Tem sido palestrante sobre construção de paz em períodos pós-conflitos e direitos humanos em colégios e organizações não-governamentais na Libéria e na Universidade Americana em Washington, EUA. Suas principais áreas de interesse, nas quais conduziu pesquisas na Suíça e na Libéria, incluem desarmamento, direitos humanos e construção de paz em períodos pós-conflitos. Seu artigo sobre reconstrução pós-conflito e reconciliação na Libéria foi publicado no Peace Research, um jornal Canadense sobre estudos pacifistas. É bacharel em Ciências Políticas e Estudos Internacionais e Mestrado em Paz e Resolução de Conflitos Internacionais pela Universidade Americana, de Washington.

SECRETARIADO

O Secretariado fornece coordenação internacional para o movimento, organizando a Campanha Jovem Mundial pela Democracia, hospedando o site MJD e realizando encontros internacionais para jovens ativistas de democracia.

A Global Youth Action Network assumiu o papel de Secretariado do MJD no início desse ano. Fundada em 1999, a GYAN é hoje a rede de jovens que mais cresce no mundo e desenvolveu parcerias com organizações juvenis em mais de 200 países e territórios. A missão da GYAN é facilitar a participação de jovens e a formação de diálogos entre gerações em processos políticos mundiais; possibilitar a colaboração entre diversas organizações juvenis, e fornecer ferramentas, recursos e reconhecimento a ações positivas para que os jovens mudem o mundo. Essa missão leva a GYAN a ser incubadora de diversos movimentos jovens e iniciativas em todo o mundo. A GYAN trabalha em parceria com a TakingITGlobal para gerenciar a maior comunidade on-line de jovens ativistas da Internet. A comunidade TIG tem 90.000 membros de aproximadamente 190 países e recebe mais de 1.500.000 visitas por dia. O Secretariado do MJD fica na sede sul-americana da GYAN em São Paulo, Brasil.

Coordenação Executiva
JONAH WITTKAMPER, nasceu em 1975 é biólogo, especialista em informática, e empreendedor: ocupa-se em construir relações e através delas facilitar a colaboração entre diversos movimentos sociais. Seu ativismo de integração começou em 1993 quando participou de um seminário sobre liderança juvenil do programa de verão Camp Rising Sun, tendo a oportunidade de conhecer outros jovens líderes de 35 paises. Desde então, envolveu-se na criação de muitos projetos de jovens em parceria com Accenture, Sadhana Solutions, IEARN, Global Youth Connect, Fundação Artemisia, Fundação ManyOne, Fundação Jonas, Pioneers of Change, Organização das Nações Unidas e Fórum Social Mundial. Fala três línguas, participou de mais de cem encontros internacionais como orador ou facilitador e visitou mais de 40 países. Agora trabalha como Diretor Regional Sul-Americano da Global Youth Action network em São Paulo. Como coordenador do Secretariado do Movimento Jovem pela Democracia, Jonah trás suas vasta experiência em formação de redes e engajamento de jovens para o apoio do ativismo jovem pela democracia.

Assistente de Coordenação
ANDREA DES MARAIS, nascida em 1981, é a Coordenadora de Campanhas do Escritório Regional da América do Sul da GYAN. Nascida e criada na área da Baía de São Francisco (EUA), ela está envolvida com ativismo juvenil desde os 14 anos - participando da luta pelos direitos GLBT intervindo no senado da Califórnia, liderando workshops sobre a apreciação da diversidade durante o ensino médio, e organizando uma conferência de uma semana sobre meio ambiente em sua universidade. Estudou Economia e Desenvolvimento Internacional na Universidade da Califórnia, com foco em pobreza e comércio. Desde a graduação, auxiliar ativistas a se organizar tornou-se sua paixão, primeiramente através de seu trabalho com o People's Health Movement, e agora com a GYAN. Antes de juntar-se ao time do MJD, seu trabalho com a GYAN incluiu participar do Secretariado pela Primeira Conferência Jovem Contra a Fome, organizando um programa para unir jovens líderes do Brasil e de outros países, e desenvolvimento de uma Estratégia de Engajamento de Jovens em Comércio. Em adição ao Inglês, sua língua nativa, Andréa fala Espanhol e Português.

Coordenador de Eventos
JÚLIA FORLANI, 21, formada como tecnólogo em holelaria e atualmente estuda Relações Internacionais na PUC-SP. Aos 14 anos ajudou a fundar o Projeto Organismo, um movimento de jovens que faziam sensibilização sócio-ambiental através de performances artístico-teatrais, palestras, pesquisas e oficinas. Trabalhou no projeto Tubo de Ensaio, um espaço de encubação de novos talentos artísticos e no Projeto Sarau, um espaço para a participação artística espontânea. Participou de todos os Fóruns Sociais Mundiais que aconteceram no Brasil, sendo que nos anos de 2001 e 2002 integrou o grupo jovem de facilitação e registro do evento. Atuou como facilitadora no Orçamento Participativo do Município de São Paulo em 2002. Atualmente trabalha junto ao ISPIS (Instituto Sincronicidade Para a Interação Social) uma organização que tem por finalidade a Educação para a Sustentabilidade e nela é responsável pelos projetos de Cultura para a transformação social.

Diretor de Projetos
JEFFERSON SOOMA cresceu em uma favela de Santo André, cidade próxima a São Paulo. Seu ativismo começou com seu trabalho de educação sexual e organização estudantil durante a adolescência. Em sua comunidade, fundou um centro comunitário com um grupo de amigos. Com tempo e apoio de sua universidade desenvolveu um projeto chamado RevolucionArte, para que novos artistas pudessem mostrar seus talentos. Trabalhou como consultor em projetos sociais para a Petrobrás e ARMCO Brasil. De 2002 a 2003 liderou a agência juvenil do gabinete do prefeito de Santo André e durante esse tempo desenvolveu o projeto WWW.Jovem, um projeto para lutar contra a exclusão digital, o Centro Referencial de Juventude, um espaço para desenvolvimento de projetos e participação política, e depois o programa Graffiti - Nossa Parte, que celebra as contribuições artísticas de jovens foi reconhecido pelo ONU Habitat. Jefferson é formado em sociologia e é músico profissional. Sua banda, K-Ram-K, é reconhecida por seu estilo "misturalista".